• Camila Melo

Palestras Neomot: Vimos uma coisa que vai afetar você, construtor e comprador.

Atualizado: Jan 10


Em menos de 2 meses, a Neomot realizou 2 palestras em 2 estados diferentes, voltadas para a discussão sobre edifícios inteligentes, em Balneário Camboriú (SC) e Porto Alegre (RS). “Parabéns para vocês, Camila! Mas como isso me afeta?”. Calma, já vou te contar!

Para começar...

Essas duas palestras e as nossas conversas nos últimos meses com construtoras desses dois estados nos mostraram alguns problemas comuns em praticamente todas elas:

1. A dificuldade em diferenciar o empreendimento da concorrência (todo mundo oferece sacada Gourmet, churrasqueira, salão de festas, playground, etc...);

2. A dificuldade em aumentar o valor do m²;

3. A dificuldade em reduzir o valor do condomínio;

4. A complexidade em gerenciar entregas, construção e instalação da infinidade de fornecedores presentes em uma obra;

Esses problemas aparecem ao lado de algumas tendências, que também identificamos nos últimos meses:

1. Aumento do número de idosos (necessidade de criar edifícios funcionais)

2. Jovens não se prendem mais a um imóvel (aumento de aluguéis temporários, Airbnb);

3. Uso do celular para controlar tudo;

4. Veículos compartilhados e uso de veículos elétricos (necessidade de infraestrutura elétrica para atender os picos de potência);

5. Respeito à singularidade;

6. Básico coletivo, “luxo” individualizado. É preciso repensar os recursos em que muitos pagam, mas poucos utilizam;

7. Necessidade de redução do consumo de água e luz;

Isso quer dizer que...

Olhando para as dificuldades e as tendências listadas, dá pra perceber que, embora complementares, elas são divergentes em alguns pontos.

Veja só: há uma tendência que mostra a necessidade de reduzir o consumo de água e luz e, ao mesmo tempo, uma dificuldade em reduzir o valor do condomínio. Ou, ainda: Uma necessidade de respeitar a singularidade de cada pessoa, e, ao mesmo tempo, uma dificuldade em diversificar o empreendimento e valorizar essa singularidade.

Na prática, o que vemos é que sim, há o desejo de promover empreendimentos melhores e mais eficientes, mas também há uma dificuldade em fazer isso no dia a dia por conta das soluções disponíveis. Muitas vezes elas resolvem um problema, como o aumento do valor do empreendimento, e desemboca em outro, como no aumento do custo do condomínio. No final das contas, quem sai perdendo é quem compra.

Agora a notícia boa:

Os edifícios inteligentes aparecem como resposta para isso. Essa afirmação é baseada na prática, no retorno que já tivemos do mercado e em alguns livros e tendências que estamos lendo e acompanhando. Sim, estamos bem no início de um novo momento e tem muita coisa pra acontecer.

A questão é que os edifícios inteligentes, da forma como estamos pronpondo, conseguem reunir as dificuldades e tendências que identificamos e transformá-las em oportunidades. E isso não é por acaso: nós realmente estamos de olho nos movimentos e queremos ser disruptivos propondo algo coerente e eficiente.

# É aqui que a nossa palestra se conecta com você #

Bom, não a palestra em si, mas os movimentos decorrentes dela. Tem um mundo novo já sendo desenhado, e você tem duas opções: fazer parte isso agora e ser ovacionado pelos seus compradores, ou deixar para depois e ser cobrado deles.

As construtoras que participaram do nosso evento entenderam isso e nos procuraram. Se você busca ser referência no seu mercado também, sugiro que não ignore esse movimento.

PS: Caso queira descobrir o que chamou a atenção de tantos empresários na palestra de Balneário Camboriú, clica aqui que eu te envio o link, na íntegra!

Confira também alguns clicks dos dois eventos:


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